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Sapato reforça portfólio de modelos unissex da marca!

Representativa e democrática, a moda genderless tem ganhado cada vez mais espaço nas ruas e passarelas. Conectada a esse movimento, Melissa reforça seu portfólio – já composto por três modelos desenvolvidos em grade estendida - com a releitura de um clássico: o Brogue.

A Melissa Classic Brogue, grande aposta da marca para o Inverno 2017, une a irreverência da marca com a elegância do tradicional modelo, famoso por suas perfurações no cabedal. Com bico alongado, zig-zag em relevo na sola e cadarço esportivo, o calçado chega em cartela de cores que vai dos tons neutros até versões bicolores super fresh.

A Melissa Classic Brogue chega ao e-commerce da marca, Galeria Melissa e a Clubes Melissa de todo Brasil a partir de fevereiro, pelo valor de R$170.



Nova fragrância foi especialmente desenvolvida para homens modernos que buscam desafios!

A Jequiti lança mais um perfume masculino, Uzon Impacto (100ml), nova versão da linha clássica de sucesso Uzon. O lançamento foi desenvolvido para os homens entusiasmados, cheios de energia, que buscam desafios. 

#UzonImpacto representa a força da natureza que molda as cadeias montanhosas, cujo impacto gera vida. Esse vigor da fragrância fougère sensual é encontrado nos acordes marcantes da colônia que traz a combinação quente das madeiras com as pimentas pretas. 

O vidro do perfume no formato de um vulcão e na cor vermelha transmite o poder da fragrância. 

Uzon Impacto, 100 ml – Fougère Sensual.
Notas de saída: Bergamota, cardamomo, limão e pimenta.
Notas de corpo: Frésia, violeta e jasmim. 
Notas de fundo: Âmbar, cedro, musk, patchouli e vetiver. 

O lançamento pode ser adquirido por meio de uma das 220 mil consultoras localizadas em todo o país.

Dia 31 de janeiro deste ano, entrou em vigor a lei conhecida popularmente como Alan Turing na Inglaterra que concede perdão aos homossexuais condenados. Adivinhem por que foram condenados? Por terem tido relações homossexuais. Esta era a razão da condenação. Agora será o motivo para o perdão. Quanta ironia! Ressuscitaremos os condenados?
Pois, é, gente! Até 1967, era crime de atentado ao pudor ter relações homossexuais na Inglaterra. Na Alemanha até 1994 era crime também. Como já comentei em artigo anterior a atitude do estudante Talles durante a colação de grau do ITA que vista por muitas pessoas como exagerada, inconveniente e por falta de respeito. Nos esquecemos muitas vezes que atitudes simbólicas são reflexos de sofrimentos impostos por anos, por um silêncio imposto. Qual silêncio? De não poder ser quem você é. O Brasil não propôs uma lei como esta, pois não condenamos nunca nenhum gay ao silêncio, ao armário, ao espancamento. A concessão de perdão as vítimas não muda o que aconteceu. Pode evitar acontecer de novo. Que não precisemos voltar os tempos do amor que não ousava dizer o nome, frase do conhecido escritor Oscar Wilde que foi condenado a trabalhos forçados no século 19, lá na Inglaterra também. Estima-se mais de 50.000 condenações que poderão ser revogadas.
Quantos homens e mulheres ajudaram a humanidade a progredir tecnologicamente receberam como presente a condenação por simplesmente terem sido gays? Milhares e continuam sendo milhares condenados ainda em 2017. Basta dar uma espiada nas redes sociais.
Alan Turing é simplesmente o pai computação moderna. Ele foi condenado em 1952 a castração química. Em 1954 suicidou-se comendo uma maçã envenenada.
Há muitas críticas a esta lei: perdoar quem foi condenado. Como assim? Eu fui condenado por ser quem eu sou e depois me concedem perdão. Ah, como é boazinha a humanidade desta humanidade. #SQN
Esta mesma desumanidade que levou a fogueira inúmeros pensadores. Ao Holocausto, inúmeros gays. E continuam a levar a morte muitos gays por simplesmente serem gays. Uma demonstração de quanto a maioridade de alguns que não foi alcançada, pois não suportam alguém diferente deles.



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